- O Lula almoçou rapidão por que foi um dos primeiros a cair fora.
- Todos os carros dos chefes de estado eram limusines iguaizinhas, a prova de balas. A diferença era a bandeirinha que eles carregavam.
- Quanto maior a importância do sujeito, maior o tamanho da comitiva. Em todos os casos começava e terminava com um carro da polícia de DC, tinham várias SUVs do serviço secreto e a limousine no meio
- A carreata da Argentina era a mais mixuruca, acho que ninguém nem liga hehe;
- Alguns não passaram pela gente, como Alemanha e China. O primeiro-ministro chines não passou pra evitar qualquer risco diante das centenas de pessoas protestando a favor do Tibet.
- O Bush foi o último a sair e foi quando a polícia ficou mais agitada. Por incrível que pareça, caiu o maior toró bem na hora e a turma toda dispersou. Logo que ele passou, acabou. Sei não se não é algum tipo de ação do serviço secreto.
- Meu celular morreu também bem na hora que ele passou, por isso não deu pra gravar (será o serviço secreto? hehe)
- A comitiva do Bush era de longe a maior, o dobro ou mais do que as outras. Acho que tinha uns 15, 20 carros, caminhões, furgões. Ah e tinham 2 limousines identicas pra ninguém saber em qual estava o espertão.
domingo, novembro 16, 2008
Encontro dos Poderosos
quarta-feira, setembro 24, 2008
Housewarming
Pra finalizar, fomos pra sala de jogos e dá-lhe pebolim e sinuca.
Foi bacana. Ainda não postei as fotos do novo lugar porque ainda estamos preenchendo os espaços vazios. Não sei se vcs repararam nas fotos, mas a mesa era pequenininha e o colchão de ar ta servindo de sofá. Logo que estiver tudo bonitinho vou colocar as fotos. Pode cobrar.
Baiano em DC!
quinta-feira, setembro 04, 2008
Fatos de Agosto
E o hipopótamo seu vizinho também tava jogando um polo-aquático. Todos no espírito das olimpíadas :)
terça-feira, agosto 05, 2008
Great Falls Park
Sábado passado fomos conhecer o Parque das Grandes Quedas, que é bastante famoso na região por ter como maior atração as "maiores cataratas da região leste dos EUA, depois de Niagara Falls". Dá até a impressão que realmente são grandes quedas d'água, não é mesmo? Pois é, vejam vcs mesmos nas fotos a seguir.
Era sábado a tarde e meu amigo israelense Uri estava com o carro alugado pelo último fim de semana. Daí resolveu fazer algo diferente e nós topamos a idéia de ir até o parque. Pegamos outro amigo Russo, o Alexei, e com a ajuda do mapa partimos. O israelense dirigindo e o russo "navegando" sem nunca terem ido pra aqueles lados. Advinha no que ia dar? Bom, a verdade é que o parque fica a uma meia hora de DC. Nós levamos 1 h. É fato que as highways aqui são bem movimentadas e cheias de entradas e saídas. Isso colaborou pra gente se perder algumas vezes, pegar rodovia com pedágio e até estrada de fazenda. Imagine a cena: um russo gritando pra virar pra um lado, os brasileiros pro outro e o israelense assustado no volante sem saber o que fazer. A coisa ficou russa hehe. Com um pouco mais de familiaridade com o mapa, eu consegui ajudar a achar o rumo e chegar no parque.
Não tinha muita gente, embora tinha muitos carros estacionados. Até por que o parque tem trilhas longas de vários quilometros e o pessoal se manda mesmo. Os que não vão caminhar ficam fazendo churrasco nas mesinhas de pic-nic. Nós fomos direto ver as tais quedas. Realmente elas são bacaninhas, mas pra quem está acostumado com as cataratas do Iguaçu, vixi, que mixaria hehe. Mas ta ótimo, pra gente que vive em DC, onde tem muito museu e prédio histórico, aquele é uma ótima atração natural.
O rio ali é chamado Potomac e é (ou foi) bem importante pra capital americana. Além de demarcar a divisa entre os estados de Maryland, Virginia e DC, ele foi muito usado há 2, 3 séculos atrás para transporte fluvial. Washington dependia muito dos barcos que vinham pelo rio para abastecer a cidade. E, curiosamente, as quedas d’água eram um baita de um empecilho pra eles. Os barcos não tinham como passar por elas e o pessoal tinha que parar um pouco antes, transportar por terra a carga até outros barcos que esperavam do outro lado das quedas. Se pros barcos de antigamente elas eram um problema, pros de hoje elas são o máximo. O pessoal dos caiaques e outros esportes de corredeira aproveitam das fortes correntezas naquela área.
Nós caminhamos um bom trecho pra cima das quedas e descobrimos lá uma barreira que faz aquela parte do rio mais parecer um lago. Disseram pra gente que o pessoal costumava cruzar a pé aquela barreira, indo do estado da Virgínia pra Maryland rapidinho. Se é verdade, não sei. Não caminhamos mais por que estava meio chovendo e, considerando o tempo de volta mais o tempo de ficar perdido, ia ficar tarde.
Na volta resolvemos americanizar um pouco o passeio e fomos para o shopping tomar um sorvete (sem errar o caminho!!!). Mas o shopping tava tão cheio, tão cheio (ahhh, descobrimos onde vão os americanos de sábado à tarde!!) que tivemos que subir até o último andar do prédio de estacionamento (7 andares lotados de carros) pra conseguir uma vaguinha. Ao menos lá de cima a vista era bacana J.
Voltando embora, ao deixar o Alexei na casa dele, a colega de república dele estava com umas amigas batendo papo e nos convidou pra ficar por lá. Depois do passeio natureba no parque, a experiência americana no shopping, fechamos a noite com um bate-papo super internacional: 3 brasileiros, 1 russo, 1 israelense, 1 moça da República Tcheca e outra das Filipinas. Foi praticamente um encontro olímpico com vitória brasileira hehe.