quarta-feira, abril 23, 2008

THEY'RE MADE OUT OF MEAT

THEY'RE MADE OUT OF MEAT
by Terry Bisson


"They're made out of meat."

"Meat?"

"Meat. They're made out of meat."

"Meat?"

"There's no doubt about it. We picked up several from different parts of the planet, took them aboard our recon vessels, and probed them all the way through. They're completely meat."

"That's impossible. What about the radio signals? The messages to the stars?"

"They use the radio waves to talk, but the signals don't come from them. The signals come from machines."

"So who made the machines? That's who we want to contact."

"They made the machines. That's what I'm trying to tell you. Meat made the machines."

"That's ridiculous. How can meat make a machine? You're asking me to believe in sentient meat."

"I'm not asking you, I'm telling you. These creatures are the only sentient race in that sector and they're made out of meat."

"Maybe they're like the orfolei. You know, a carbon-based intelligence that goes through a meat stage."

"Nope. They're born meat and they die meat. We studied them for several of their life spans, which didn't take long. Do you have any idea what's the life span of meat?"

"Spare me. Okay, maybe they're only part meat. You know, like the weddilei. A meat head with an electron plasma brain inside."

"Nope. We thought of that, since they do have meat heads, like the weddilei. But I told you, we probed them. They're meat all the way through."

"No brain?"

"Oh, there's a brain all right. It's just that the brain is made out of meat! That's what I've been trying to tell you."

"So ... what does the thinking?"

"You're not understanding, are you? You're refusing to deal with what I'm telling you. The brain does the thinking. The meat."

"Thinking meat! You're asking me to believe in thinking meat!"

"Yes, thinking meat! Conscious meat! Loving meat. Dreaming meat. The meat is the whole deal! Are you beginning to get the picture or do I have to start all over?"

"Omigod. You're serious then. They're made out of meat."

"Thank you. Finally. Yes. They are indeed made out of meat. And they've been trying to get in touch with us for almost a hundred of their years."

"Omigod. So what does this meat have in mind?"

"First it wants to talk to us. Then I imagine it wants to explore the Universe, contact other sentiences, swap ideas and information. The usual."

"We're supposed to talk to meat."

"That's the idea. That's the message they're sending out by radio. 'Hello. Anyone out there. Anybody home.' That sort of thing."

"They actually do talk, then. They use words, ideas, concepts?"
"Oh, yes. Except they do it with meat."

"I thought you just told me they used radio."

"They do, but what do you think is on the radio? Meat sounds. You know how when you slap or flap meat, it makes a noise? They talk by flapping their meat at each other. They can even sing by squirting air through their meat."

"Omigod. Singing meat. This is altogether too much. So what do you advise?"

"Officially or unofficially?"

"Both."

"Officially, we are required to contact, welcome and log in any and all sentient races or multibeings in this quadrant of the Universe, without prejudice, fear or favor. Unofficially, I advise that we erase the records and forget the whole thing."

"I was hoping you would say that."

"It seems harsh, but there is a limit. Do we really want to make contact with meat?"

"I agree one hundred percent. What's there to say? 'Hello, meat. How's it going?' But will this work? How many planets are we dealing with here?"

"Just one. They can travel to other planets in special meat containers, but they can't live on them. And being meat, they can only travel through C space. Which limits them to the speed of light and makes the possibility of their ever making contact pretty slim. Infinitesimal, in fact."

"So we just pretend there's no one home in the Universe."

"That's it."

"Cruel. But you said it yourself, who wants to meet meat? And the ones who have been aboard our vessels, the ones you probed? You're sure they won't remember?"

"They'll be considered crackpots if they do. We went into their heads and smoothed out their meat so that we're just a dream to them."

"A dream to meat! How strangely appropriate, that we should be meat's dream."

"And we marked the entire sector unoccupied."

"Good. Agreed, officially and unofficially. Case closed. Any others? Anyone interesting on that side of the galaxy?"

"Yes, a rather shy but sweet hydrogen core cluster intelligence in a class nine star in G445 zone. Was in contact two galactic rotations ago, wants to be friendly again."

"They always come around."

"And why not? Imagine how unbearably, how unutterably cold the Universe would be if one were all alone ..."

segunda-feira, abril 07, 2008

Festival da Cerejeira






Começou há 1 semana em Washington o Festival das Cerejeiras. Nos arredores do Tidal Basin, um lago entre o rio Potomac e o canal Washington, há cerca de 3.700 cerejeiras de 12 variedades e congestionamento de turistas na expectativa de acertar uma foto de cartão-postal, com o memorial a Thomas Jefferson ao fundo. Eu fui lá sábado e, é claro, tirei as minhas fotos. Como o dia estava meio nublado e eu não sou lá aquele fotógrafo.... as fotos que saíram ficaram assim.












sábado, março 08, 2008

Viagem a Microsoft, e ao futuro...

Esta semana viajei para Seattle e Redmond para participar da TechFest, feira interna da Microsoft Research que apresenta as inovações e invenções produzidas por eles. A viagem foi de Washington para Washington (Washington DC, a cidade capital onde moro até o estado de Washington, que fica na costa oeste dos EUA). No total, levou umas 6 h de vôo, sendo que boa parte do tempo eu fui escrevendo minha tese. Quer dizer, tentando, por que obviamente, conforme a lei de Murphy, havia um nenê chorão do meu lado que “ajudou” a me concentrar na tese e, pelo trabalho que deu pra coitada da mãe, me inspirou bastante com relação a ter filhos. Mesmo assim fui persistente e escrevi quase que a viagem inteira.

Chegando lá 11 da noite, horário local (5 h a menos que Brasília), peguei o carro alugado e fui dirigindo para o hotel. É claro que eu não tava muito seguro, afinal de contas o aeroporto fica a uns 30 km do hotel, em Redmond. Embora eu tivesse um mapa, Murphy compareceu mais uma vez, já que a estrada estava em obras, cheia de cone, desvio, etc. Mas, devagarzinho cheguei ao hotel sem problemas.

No dia seguinte, fomos todos juntos para a feira em um carro só (eu e o pessoal do meu grupo). Do hotel até a sede da Microsoft se gasta uns 10 minutos, se não se perder no caminho (o que aconteceu algumas vezes). Rapidamente demos uma volta pelo campus da MS e deu pra perceber como é gigante. É praticamente uma cidade e lembra bastante campus de universidade, bonito e bem cuidado. Tem até dois campos de futebol. São 50 mil pessoas trabalhando lá diariamente. Isso explica por que é tão difícil achar lugar pra estacionar, mesmo os prédios tendo vários pisos só de estacionamento.


Vimos o prédio do Bill (na foto abaixo) e ouvimos várias histórias, como por exemplo de um cara que foi ter uma reunião com ele e, sem querer, falou alguma coisa de bomba. Contam que na hora saíram seguranças de trás das paredes (?) e retiraram o cara imediatamente. Dizem que os seguranças do Bill são programadores, os maiores e mais musculosos programadores hehe.
A feira foi no centro de conferências e tinha muita gente. Boa organização e segurança rígida, dado que a feira é confidencial, só pra funcionários. Nada de fotos. Eram 150 trabalhos sendo demonstrados ao vivo e 24 palestras. Muita coisa interessante e boas palestras. Ah, as salas de palestras são um show. Gastamos os 2 dias inteiros da conferência interagindo com o pessoal e vendo muitos projetos que podem, um dia não muito distante, revolucionar o mundo da tecnologia.


No 2º dia, um colega nosso, o John, chegou. Ele não veio no dia anterior por que tinha simplesmente “esquecido” hehe. Ao chegar, como o campus é muito grande, ele estacionou no 1º estacionamento que tinha e veio parar no prédio de conferência com os ônibus internos da MS. Detalhe é que na hora de ir embora pro hotel, ele não lembrava mais onde tinha deixado o carro. Ou seja, ele perdeu o carro no campus. Acho que gastamos mais de 1 h procurando esse carro. Ele estava parado num estacionamento do outro lado de lá da rodovia que corta o campus no meio. De lá pro hotel, viemos em 2 carros e, é claro, nos perdemos hehe. Foi uma aventura voltar ao hotel.

Falando em colega, na foto abaixo estou eu com a Liz. Ela é nova no nosso grupo e um dos seus objetivos é tornar o grupo mais unido e botar as coisas que desenvolvemos para funcionar na prática. Conversamos muito por lá e muitas boas idéias surgiram. Inclusive ela contou que adora cozinhar e que vai levar doces e comidas pra gente "testar" hehe. Eu já achava ela parecida com a minha tia Áurea (olhem a foto abaixo), depois então que ela contou que adora cozinhar, mais ainda! Falei pra ela que tinha ela me lembrava uma tia minha e dá tiramos essa foto pra comprovar.


No último dia, fomos visitar a casa do futuro. É uma casa super moderna que a MS criou pra demonstrar como as coisas serão em 5, 10 anos. Acho que já passou algumas vezes na TV no Brasil. De qualquer forma, o mais interessante é que tudo pode ser controlado por voz e eles usam muita projeção de imagens nas paredes, mesas, etc. Tinha muita coisa eletrônica e telas de LCD por todos os cantos. Alguns exemplos. Então a mulher falava pra casa que iria cozinhar e imediatamente a cozinha toda se acendia, e a receita que ela pedia aparecia projetada na mesa da cozinha. Ao colocar os ingredientes na mesa, a casa já os identificava e confirmava se estava certo ou errado. Na copa, ela deu ordem pra casa mostrar um ambiente de festa de criança. As cores todas mudam, imagens de festa aparecem projetadas nas paredes como pinturas, e na mesa surge um jogo de aviõezinhos virtual que você pode interagir. No quarto, por exemplo, o espelho tinha como que uma tela de fundo que detecta a roupa que você coloca na frente e diz se ta na moda, com o que combina, se ta dentro do padrão da escola e tal. Foi bem legal. Mas eu, particularmente, senti falta de um robô. Quem vai limpar a casa do futuro? Quem vai arrumar as bagunças do quarto do futuro? Só pode ser o robô do futuro, oras. Mas, um dia a gente chega lá.


No mesmo dia à tarde, fomos passear em Seattle (foto acima). Aquela região é perto do oceano Pacífico e é cheia de baías e lagos. Eu achei bem bonito, gostei. Mas o clima é bastante chuvoso e nublado constantemente. O que não é muito legal. Andamos bastante pela cidade e nos perdemos bastante, mas desta vez estávamos com um GPS que dizia pra onde ir. Ah se não fosse ele hehe. A atração mais famosa de Seattle é uma torre (foto abaixo), chamada Space Needle. Subimos lá e valeu os 16 dolares pela bela visão da cidade (última foto).

À noite peguei meu rumo pro aeroporto e embarquei de volta quase à meia-noite. Voei a noite inteira e consegui dormir quase o tempo todo, ufa. Tinha uma conexão em Chicago, só que lá tava nevando, pra variar. Aí pronto, o 2º vôo atrasou mais de 1h. Resumo da ópera: cheguei em casa quase meio-dia do dia seguinte, quebrado. Valeu a pena.




domingo, fevereiro 24, 2008

Histórias dos últimos tempos

Há duas semanas tirei, finalmente, minha carteira de motorista. O departamento (tipo DETRAN) deles é bem moderno (o nosso tbm) mas um tumulto, filas enormes e muita demora. Por sorte no meu caso foi mais rápido, pois eu usei minha carteira brasileira como prova que sei dirigir. Então só precisei fazer o teste de conhecimento, no computador, e o teste de visão. Tira uma fotinha na hora, assina, paga e pronto, tá feito. Realmente foi bem mais fácil do que eu esperava. Tudo bem que eu li todinho o manual do motorista que eles cobram e fiquei fazendo vários simulados na noite anterior pra praticar questões como o que fazer durante uma nevasca, ou a qtos metros se deve parar do hidrante, etc. Mas foi moleza.

Com a carteira em mãos tudo que eu queria era dirigir logo. Então aqui tem um esquema bem bacana, que é tipo carro alugado. Mas na verdade eles chamam carro compartilhado. Vc paga uma anualidade e 9 dólares por hora pra usar o carro, com tudo incluído. Chama-se Zipcar (http://www.zipcar.com/). Eles tem muitos carros que ficam espalhados pela cidade, na rua mesmo. Aí vc reserva pela net aquele que vc quiser usar, vai, usa, já cobra do seu cartão, e devolve o carro no mesmo lugar que pegou. Super conveniente e prático. Pra ter idéia, perto de casa tem 7 carros disponíveis.



Sábado passado, eu queria estrear minha carteira, é claro. Só tinha um carro disponível, era um Mini (da foto). É um carro britânico, todo charmoso, moderno e confortável, embora minúsculo. Tão pequeno que mal dá pra ver o semáforo de dentro dele hehe. A minha única preocupação era pq todos os carros são de cambio automático e eu nunca tinha dirigido carro assim. Mas...vivendo e aprendendo. Consegui dirigir o bixinho direitinho. Às vezes na hora de parar em um semáforo ou outro eu metia o pé no lugar da embreagem, que não existe.

Deu tudo certinho, até me diverti dirigindo, abri o teto solar (detalhe que não tinha sol, tava de noite hehe) e por aí vai. A única coisa que aconteceu foi o seguinte. Eu aproveitei e fui ao mercado, um bem bom. Fiz minhas compras, pesadas pra aproveitar, e botei tudo no banco do passageiro. Pois quando saí com o carro, ele não parava de apitar. E eu sem entender, continuei em frente. Andei umas 3 quadras até perceber que ele tava reclamando que o passageiro tava sem cinto de segurança. Mas que passageiro? Era minhas caixas de leite, que tavam pesando e aí o carro super inteligente pensou que tinha alguém lá e insistia pra por o cinto. Tive que colocar as caixas no chão pra ele parar de apitar.

Devolvido o carro, passei na loja de bebidas pra comprar cerveja. Pois na minha frente um velho comprou uma garrafa não sei do que, numa caixa de madeira azul que custava 700 dólares. Tá loco. Tudo por que o genro dele não deixou ele pagar os vinhos que eles tavam comprando. Que sogrão hein!

Essa semana que passou também aconteceu uns fatos que eu preciso contar. Eu tenho um vizinho que é bem velho, anda todo meio capenga e é meio maluco (pelo menos é o que eu penso quando vejo ele falando sozinho o tempo todo). Aí tava eu, sossegado à noite em casa, assistindo um debate presidencial americano entre Hillary Clinton e Barack Obama (divertidíssimo), quando batem à minha porta. Quem era? Meu vizinho. Daquele jeitão dele, falando sem parar como um narrador de corrida de cavalo, ele me chamou pra ir arrumar o relóginho do aparelho de DVD dele. Achei que ia ser moleza, só achei....

Primeiro que o velho não parava de falar um minuto. E tudo ele queria atenção. Quando ele tava falando algo, se eu não olhasse pra ele, ele batia no meu ombro e ficava me chamando. Tipo assim: "Olha aqui, ei ei ei ei, olha aqui!". Daí eu mal conseguia pensar em como arrumar o relógio. Ele não dava um segundo de sossego. E pior, quando eu comecei a tentar arrumar, tudo que eu fazia ele dizia: "Ei ei, o q vc vai fazer? O que vc quer fazer? Não não, não faz assim. Olha aqui como que faz, olha." O problema é que ele não manjava absolutamente nada da parada. Falava coisa nada a ver. Aí eu tentando jogar o menu do DVD na tela da TV pra arrumar e ele, ao mesmo tempo, trocando os canais e querendo mostrar pra mim. Aí eu disse: Oh, vou la em casa ver o manual na internet e depois volto pra arrumar.

Depois de ver direitinho, voltei lá concentrado em resolver o negocio e sair fora logo. Daí bati na porta e nada dele aparecer. Pior que eu ouvia ele falando la dentro sozinho. Levou uns 3 min até ele abrir. Fui direto no DVD e quando ele começou a palpitar, eu de cara mandei ele dá um tempo. Aí ele fico 30 segundos quieto. Mas logo depois começou a reclamar por que eu tava na frente da TV: "Ei ei ei, sai da frente, sai da frente!" E me empurrava pro lado. Eu hein, véio doido. Aí eu fui colocar um DVD pra ver se o aparelho funcionava. Pronto, ele que tinha que fazer. "Não não, tira mão, deixa que eu escolho, esse filme aqui é melhor". Tanto faz, qualquer um, eu disse. Aí ele coloco o filme e enquanto não começou a passar ele não me devolveu o controle. O DVD era do Shrek e bastou o burro aparecer, logo no começo, pra ele morrer de dar risada. Bom, pelo menos assim ele me dava sossego. Então consegui arrumar o relógio, quer dizer, sem antes ele insistir que o dia era 22 (quando era 21) e repetir mil vezes o ano, errado: "É 2007, 2007, 2007.... poe 2007". Eu falei não, é 2008. Coloquei e desliguei o aparelho pra poder aparecer o reloginho la. Pronto, ele já achou ruim: "ué, q vc fez, a imagem sumiu... vc estragou! q q vc fez! Essa não...". Aí qdo ele viu que funcionou, me agradeceu, ficou falando 1001 coisas enquanto eu fui saindo fora. Ufa!

Dia seguinte quem bate na minha porta? Ele de novo. Desligou da tomada e perdeu a hora. Ai meu Deus, vai eu lá de novo. A mesma ladainha. Dessa vez perguntou se eu tinha assistido um filme lá. Antes que desse tempo de eu abrir a boca pra responder ele já reclamou: "como pode, vc não assistiu, como vc pode perder, é um ótimo filme, vc tem q ver!". Aí eu disse: EU JA VI ESSE FILME! (só pra ele não encher). Aí ele: "Ah bom!". Aí rapidinho eu fui, arrumei a hora e já ia indo pra porta quando ele gritou: "Essa não! Tá errado! Ta marcando 7:50 AM e não PM! Tá estragado, tá isso, tá aquilo...". Ai meu Deus, lá vai eu arrumar de novo. Ele agradeceu e eu saí fora.

Hoje, quem bate na porta? hahaha Ele mesmo. Bem que meu pai disse que ele ia me encher o saco. Já de cara falei pra ele, vc tá brincando comigo né! Ele disse"não não, dessa vez é meu detector de fumaça que não pára de apitar". Ai ai ai, fui lá. Ele disse que tinha acabado de botar bateria nova. Fui ver, ele botou, mas não encaixou certo. E fico repetindo mil vezes que a bateria era nova, que ele tinha acabado de comprar, que não era pra ta apitando, será q tava estragado. Aí arrumei a bateria e parou de apitar. Falei pra ele, ta arrumado. Dai 30 s ele: nossa, parou de apitar, vc arrumou? E repetiu isso umas 3 vezes. SIM, ARRUMEI, VC NAO TINHA ENCAIXADO A BATERIA DIREITO, eu disse. Ele: "Mas a bateria era nova, não era pra ta apitando......". Fala sério! Ainda queria que eu assistisse um filme lá com ele. Ah não, não dá. Imagina ele falando o tempo inteiro durante o filme. Ah não, me poupe. Voltei pra casa, mas toda hora que ouço a porta dele abrindo, já fico preocupado hehe.

sábado, fevereiro 16, 2008

Clipe de Casamento

Maringá, PR - 5 de janeiro de 2008