sexta-feira, janeiro 25, 2008

Fim de ano - 2007 - Brasil

quarta-feira, novembro 07, 2007

O último dia em Cingapura

Finalmente ele chegou no blog, o último dia. E vai passar rapidinho, só fotos só. Foi na Ilha de Sentosa, lugar turístico com praias, shows, teleférico, ressorts, cassino e estudio do Steven Spielberg (em alguns anos).
Indo de teleférico pra ilha...

Tomando côco de Cingapura. Isso mesmo, vem descascado e embrulhado.

Visão do mirante (pro Norte) que diz ser o ponto mais ao sul da Ásia

Coqueiros ao fundo.
Golfinho no show dos golfinhos.

quinta-feira, novembro 01, 2007

São Paulo FC, o melhor! Pentacampeão Brasileiro 2007!


Eu e o Gustavo já sabíamos do Penta, desde o jogo contra o Náutico no Morumbi, 2 meses antes da grande conquista.

Salve o Tricolor Paulista, o campeão dos campeões.

sexta-feira, outubro 12, 2007

O Dia que valeu por 1 mês

Sábado combinamos de conhecer a cidade fazendo um tour. Era o esquema de um ônibus aberto em cima que anda pela cidade e dá pra descer/subir (hop-on/hop-off) onde quiser. Com isso foi possível ter uma visão geral de como é Cingapura. Pra começar, vejam aí abaixo o símbolo da cidade/país, The Merlion. É um leão com corpo de peixe que, segundo eles, é o fundador "lendário" de Cingapura. Por isso Cinga (leão) Pura (cidade) em malaio.

Fazendo o tour, passamos por este caminhão com trabalhadores (coisa muito comum lá). Eu tava tirando fotos dos prédios e o cara com a mão erguida gritou: tira de mim! Aí eu tirei e disse pra ele que agora ele ficaria famoso. Aqui estou cumprindo o que falei pra ele.

Uma das coisas que mais impressiona em Cingapura, depois do calor infernal, é a arquitetura magnífica da cidade. Desde estilos romano e chinês antigo até designs extremamente modernos. É realmente impressionante as construções que se ve por lá. Juntei fotos que tirei nesse dia no video a seguir pra mostrar a beleza e os contrastes da arquitetura em Cingapura.


Dois lugares que passamos e descemos merecem o maior destaque: Chinatown e Little India. Nesses bairros, as pessoas vivem como se estivessem nos seus respectivos países de origem (China e India). E foi lá que eu tive umas das experiências mais surreais da minha vida, ao entrar e testemunhar os rituais dos templos Hindu e Budista.

Em Chinatown, vende-se todo tipo de ervas e animais nas ruas pra uso medicinal. Aí vc chega lá, fala o que tem, e eles te recomendam um remédio de cavalinho do mar seco com casca de cobra com alguma erva (foto abaixo). Entramos numa dessas farmácias de medicina chinesa e é incrível a organização e limpeza. E vimos os caras preparando as receitas (todas escritas em chinês). Eles medem todos os ingredientes numa balancinha manual (parece bem no olhometro). Daí vão fazendo uns montinhos que tem de tudo e no final moem pra fazer o pó. Nunca imaginei que ia ver isso ao vivo na minha frente. Incrível. Pena que não deixaram tirar fotos.

Por lá mesmo almoçamos, comida chinesa é claro. Com pauzinho, é claro. Garfo e faca nem existe. Mas tava gostoso esse noodles e não tinha nada de estranho (pelo menos eu não vi nada d+ no cardápio em chinês hehe). Tomamos uma cerveja de Cingapura (Tiger) que desceu doce, de tão calor.

Também foi legal ver os táxis de chinês, essas bikes que tem até capota, vejam só.

Mas sem dúvida o templo budista foi que chamou mai atenção. Gigante, imponente, vermelho, parece coisa de filme. Muito bonito, assim como por dentro.

Lá dentro era tudo muito bem cuidado, bonito. A parede era cheia de pequenos budas lado a lado. E, acredite, cada um em uma pose diferente. Centenas deles. Tinham monges vestidos de laranja lá também. É até difícil descrever um lugar desses. O som que se ouve lá dentro traz uma paz, é diferente. Ao invés de descrever, vejam o vídeo abaixo que fiz, prestando atenção nos detalhes e tentando ouvir o som ambiente.

Mudando da China pra India, mas ainda em Cingapura, conhecemos o templo hindu (foto abaixo). Este é o local mais diferente que eu já fui na minha vida. De fora dá pra ver todas as esculturas e um detalhe, não se pode entrar com calçado, somente descalço. Aí todo mundo larga os sapatos na entrada, sem preocupação nenhuma.


Olha eu com o pézão no chão dentro do templo hindu.

Assim como no templo budista, o interior é fascinante. Neste caso, ainda mais pois os rituais estavam em plena ativadade e, diferentemente dos budistas, há muito barulho nas orações. O ambiente também não tem nada a ver com o templo budista. É bem mais bagunçado, colorido, sujo. Me dá a impressão de ser algo bem mais popular. Os monges (ou pastores? ou...?) se vestem com uma canga branca que só cobre parte do corpo. Eles fazem todo tipo de benzimentos nos diversos deuses que têm no templo, e entregam comida (eu vi banana) para os fiéis. As imagens dos deuses também são algo muito exótico. Aliás, tudo nesse local era incrivelmente incomum pra mim. Nunca me senti tão em outro mundo como dessa vez. Não percam o video a seguir. Prestem atenção nos sons, cantos, rituais que eu consegui filmar.

Pra terminar esse dia cheíssimo, fomos a um show ultra moderno numa ilha à beira mar. Era um show de luzes, laser, fogo, água e som. Uma combinação disso tudo pra contar a história de uma princesa bla bla bla. A histórinha era mais pra criança. O legal mesmo eram os efeitos espetaculares como projeção 3D, explosões, etc. Vejam a seguir partes do show.

Dia da minha apresentação

No dia da minha apresentação, acordei cedo pra fazer uns ajustes e dar uma treinadinha. Fui pra sessão de robótica, que não estava muito cheia, e sentei pra assistir as 3 apresentações anteriores à minha. Como sempre, gosto de caprichar nas minhas apresentações e valorizo quem faz isso também. Eis que o 1º apresentador já começou chutando o balde: trabalha na NASA e tinha trazido o seu robô real pra demonstrar na hora. Foi legal o trabalho e mais ainda o bichinho de 4 pernas se arrastando pela mesa. Pena que o cara, americano, tenha falado com certo ar de superioridade que não cai bem em encontros científicos. Pior ainda foi que ele caiu fora da sessão tão logo terminou sua fala.

O próximo trabalho foi tão bom que eu nem lembro do que se tratou. Mas o terceiro foi bacana, muito bacana. Evoluiram um controlador pra dirigir um carro de corrida de controle remoto. E ficou tão bom que ganhou de várias pessoas em diferentes circuitos. Aí o apresentador, que era chair (chefe) da sessão, mostrou vídeos do carrinho, vídeo on-board, etc. Pensei comigo, legal, mas esses caras tão inflacionando a sessão. Desse jeito ninguém vai achar graça na minha apresentação. Oras, um traz o robô, o outro mostra carro de corrida....meus vídeos de hospital já eram hehe.

Bom, detalhe que esse cara levou 10 min a mais do que o tempo permitido. Mas, como era ele quem mandava, ninguém falou nada. Daí na minha vez, resolveram que eu não podia atrasar. Então ta né. Fui, falei, mostrei, expliquei e terminei dentro do prazo direitinho. Fizeram algumas perguntas logo depois e, ao final da sessão, algumas pessoas vieram falar comigo. Parece que gostaram.

Aliviado e livre da apresentação, fiquei vendo uma ou outra sessão até a tardinha, quando íamos fazer o safári noturno. Isso mesmo, é o único zoológico que só funciona de noite no mundo. Eles usam umas luzes especiais e tal. Lá no zoo, a gente tinha direito a uma janta. Tinham várias opções e eu quis pegar, pra garantir, a italiana. Era italiana mesmo, macarrão, molho vermelho. Mas olhe na foto o que eles inventaram. Botaram uns mariscos, lula e camarão no meio do molho. Até a comida italiana não escapa, ta loco.

Depois fomos de tremzinho passando por vários bichos. A guia falava bem baixinho e pedia pra não tirar foto com flash pra não assustar os animais. Pra que, um bando de japa na nossa frente só que tirava foto com flash. A guia falava pra parar, eles continuavam (veja no filminho, logo no começo eles usando flash e depois tomando um pito). ÊÊÊ japas! Até que a gente explicou meio na mímica pra eles e eles entenderam.

A verdade é que nem todos os bichos ficam na parte iluminada. Aí teve uma hora que não tinha nada. Eu, querendo zoar com os japas, gritei: -- ali, ali!!! Aí todo mundo: -- onde, onde??? -- Ele acabou de correr, eu disse. E os japas: -- ahhhhhhhh. Huahuahuhau, foi muito engraçado os japas procurando o bicho.

Andamos quase 2 h vendo bichos (vendo meio de longe, não é muito de perto). Vimos leão, flamingo, elefante, hipopótamo, entre outros. Depois voltamos pra civilização e então pro hotel. Precisava descansar do dia cansativo e se preparar pro fim de semana turistão.